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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destacou que Angola tem registado avanços importantes na área da saúde infantil, embora persistam desafios estruturais que continuam a afectar o bem-estar das crianças no país.
A posição consta de um comunicado divulgado em alusão ao Dia Internacional da Criança, assinalado hoje, no qual a organização sublinha que as crianças representam uma parte significativa da população angolana e são determinantes para o desenvolvimento futuro do país.
De acordo com o documento, as crianças menores de 15 anos representam cerca de 40% da população, enquanto os jovens com menos de 25 anos correspondem a aproximadamente 60%, evidenciando uma estrutura demográfica predominantemente jovem.
O UNICEF refere que, nos últimos anos, Angola registou progressos na área da saúde materno-infantil. Entre 2015 e 2024, a taxa de mortalidade materna reduziu de 233 para 170 por 100 mil nados vivos, enquanto a mortalidade de crianças menores de cinco anos baixou de 68 para 52 por mil nados vivos.
Apesar destes avanços, a organização alerta que os níveis de mortalidade infantil continuam elevados, e que persistem desafios estruturais que impactam directamente o desenvolvimento integral das crianças.
Entre os principais problemas identificados estão a violência contra menores, a vulnerabilidade social e as desigualdades no acesso a serviços essenciais como saúde, nutrição, educação e protecção social.
O UNICEF acrescenta ainda que dados recentes, incluindo os registados pela linha SOS Criança, revelam um número preocupante de casos de violência infantil, o que reforça a necessidade de fortalecer os mecanismos de protecção e resposta.
Apesar destes avanços, a organização alerta que os níveis de mortalidade infantil continuam elevados, e que persistem desafios estruturais que impactam directamente o desenvolvimento integral das crianças.
Entre os principais problemas identificados estão a violência contra menores, a vulnerabilidade social e as desigualdades no acesso a serviços essenciais como saúde, nutrição, educação e protecção social.
O UNICEF acrescenta ainda que dados recentes, incluindo os registados pela linha SOS Criança, revelam um número preocupante de casos de violência infantil, o que reforça a necessidade de fortalecer os mecanismos de protecção e resposta.
A agência das Nações Unidas sublinha que investir na infância é investir no futuro de Angola, defendendo políticas públicas mais inclusivas e eficazes para garantir o desenvolvimento pleno das crianças.
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