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O Serviço de investigação criminal (SIC) reabriu o processo relacionado com a morte de Maura Gaspar Miguel, de 27 anos, que morreu em circunstâncias ainda por esclarecer, depois de alegadamente ter ingerido uma substância tóxica. A família suspeita de homicídio por envenenamento e aponta o marido da vítima como principal suspeito.
A reabertura do caso aconteceu depois de um familiar da jovem se ter deslocado à esquadra onde o marido se encontrava detido para solicitar a sua libertação temporária, alegando que o mesmo precisava cuidar do bebé recém-nascido do casal. O caso, que tem gerado forte comoção entre familiares e amigos, ganhou novos contornos após relatos de alegados episódios recorrentes de violência física, psicológica e emocional no relacionamento.
Segundo Brenda José, prima da vítima, Maura era uma jovem reservada, com poucas amizades, mas levava uma vida considerada normal até os conflitos conjugais começarem a intensificar-se. De acordo com a familiar citados pelo Opais, os problemas tornaram-se mais frequentes depois de o casal passar a viver junto, em 2024, ano em que oficializaram o noivado. Antes disso, o relacionamento era descrito como aparentemente estável.
Brenda contou que Maura terá sido vítima de agressões verbais e físicas ainda durante a gravidez, situação que alegadamente provocou um parto prematuro no dia 22 de Fevereiro deste ano. O nascimento do bebé estava previsto apenas para Abril. A prima relatou que a jovem sofreu episódios constantes de humilhação e controlo psicológico por parte do companheiro, situação que se agravou após o nascimento da criança. Uma das agressões físicas terá ocorrido quando Maura tinha apenas dois meses de pós-parto.
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