General Furtado exonerado em meio a escândalos envolvendo seu nome

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O presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, procedeu a mudanças na Casa Militar da Presidência, em cujos decretos, exonerou os ministros Francisco Pereira Furtado e João Ernesto dos Santos, tendo sido nomeado este último para o cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.

Por conveniência de serviço, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, decreta, nos termos da Constituição da República de Angola, a exoneração de Francisco Pereira Furtado, do cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.

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Igualmente, por conveniência de serviço, é exonerado João Ernesto dos Santos, do cargo de Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.

No mesmo decreto, o Presidente da República decreta, nos termos da Constituição da República de Angola, nomeou João Ernesto dos Santos para o cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.

Na última semana, segundo dados consultados avançam que uma denúncia grave vinda de dentro da própria estrutura da Casa Militar da Presidência da República expõe um cenário de alegado abandono institucional, dívidas salariais e promessas incumpridas que recaem directamente sobre a liderança do general Francisco Furtado.

O relato, feito sob anonimato por um dos efectivos destacados para a missão em Mavinga, na nova província do Cuando, revela um quadro que contrasta com o discurso oficial de disciplina e organização das forças afectas à Presidência da República.

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