Executivo assinala entrada em cena do Data Center e Cloud avaliados em 89 milhões USD

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Autoridades afirmam que, com a chegada destas plataformas, o País deixa de recorrer a armazenamentos de dados críticos em serviços digitais geridos por entidades estrangeiras.

Com o fito de garantir soberania de dados, o Executivo angolano destaca a entrada em funcionamento, nesta terça-feira, 28, do seu Data Center e Cloud, num investimento que custou aos cofres do Estado 89 milhões de dólares, adiantou o director-geral do Instituto Nacional do Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI), André Pedro.

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Uma das grandes novidades que isso comporta é que todos os angolanos poderão, doravante, utilizar a Cloud do Governo para a deposição dos seus documentos pessoais, diferente daquilo que tem vindo a acontecer, que temos estado a deixar sob custódia de entidades estrangeiras aquilo que são os nossos documentos, a exemplo de passaporte, certificado de escola”, disse o governante.

Acrescentou que um outro “momento marcante” com a chegada destas plataformas é o aumento da confiança na hospedagem de serviços críticos, quer de empresas nacionais, como de companhias estrangeiras no novo Data Center do Governo, “o que faz com que todos os dados a serem depositados no Data Center principal não sejam replicados, então, no Data Center secundário do Governo de Angola”.

O gestor do INFOSI explicou, em declarações à RNA, que a “importante infra-estrutura” traduz a efectivação de um programa orçado em 89 milhões de dólares, que comporta a construção do Data Center de origem, a modernização do Data Center do Governo, bem como a extensão de uma malha de fibra óptica que conecta os cinco principais ministérios que exigem “elevada demanda” de serviços tecnológicos.

“Estão devidamente conectados por fibra óptica ao novo Data Center do Governo o Ministério das Finanças, Ministério do Interior, Ministério das Telecomunicações, Ministério da Educação, Ministério da Saúde. Isso tudo para melhorar aquilo que é a disponibilização de serviços do Governo de Angola aos nossos concidadãos em tempo real”, assinalou André Pedro. E&M

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