Chuvas torrenciais provocam pelo menos 28 mortes em Angola

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O número de mortos provocados pelas chuvas intensas na província de Benguela subiu para 24, segundo um comunicado do governo provincial, mantendo-se o alerta devido à previsão de agravamento das condições meteorológicas.

De acordo com uma nota do Governo Provincial de Benguela, as mortes ocorreram nos municípios da Catumbela (10), Lobito (8), Benguela (4) e na zona dos Navegantes (2), na sequência das chuvas registadas na madrugada deste domingo, que causaram “danos humanos e materiais severos”.

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Num balanço anterior, os serviços de Proteção Civil indicavam 12 mortos na província de Benguela, num total de 15 mortos, 14 feridos e cinco desaparecidos nas províncias de Benguela e Luanda.

“O Governo Provincial de Benguela manifesta o seu mais profundo sentimento de pesar e consternação pelo trágico falecimento de concidadãos”, refere o comunicado, que garante apoio às populações afetadas e apela à vigilância e ao cumprimento das orientações das autoridades.

Equipas da Proteção Civil e dos Bombeiros, sob coordenação do Governo Provincial, estão mobilizadas nos municípios afetados, incluindo a Baía Farta, para prestar assistência de emergência e proceder ao levantamento detalhado dos danos.

Pelo menos 28 pessoas morreram devido às chuvas torrenciais, tendo em conta dados preliminares da protecção civil.

Em Luanda, o último balanço aponta para três mortos por afogamento, registados nos municípios dos Mulenvos e Cacuaco, além de milhares de habitações inundadas.

Já na província do Cuanza Sul, o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros de Angola (SPCB) reportou a morte de uma cidadã, o ferimento de outra pessoa e um desaparecido, após chuvas acompanhadas de ventos fortes que afectaram vários municípios.

Segundo o SPCB, o fenómeno provocou ainda danos em 603 infraestruturas diversas naquela província.

Devido às chuvas, registaram-se inundações em vários pontos do país, que afectaram residências, comércio e vias de acesso, obrigando ao corte da circulação rodoviária.

As tempestades provocaram também a queda de árvores, postes eléctricos e o transbordo de bacias de retenção, além de deixarem várias ruas intransitáveis em diferentes pontos da capital.

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